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QUEM FOI O FILHO DA PUTA QUE CORTOU A MINHA ORELHA???


- Postado por: Melancholyk às 16h29
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Enfim. Sem noção.

- Postado por: Melancholyk às 16h27
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Meu cabelo tá muito feio!!!!! Tá deixando mó cabeção, pq tá crescendo!!!!!!! Ai, mas não queria cortar de novo... quer dizer, sei lá... não sei se devo... o q vcs acham??? Eu devo novamente cortar, igu tudo certo, né?

- Postado por: Melancholyk às 12h27
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Meu cabelo tá muito feio!!!!! Tá deixando mó cabeção, pq tá crescendo!!!!!!! Ai, mas não queria cortar de novo... quer dizer, sei lá... não sei se devo... o q vcs acham??? Eu devo novamente cortar, igu me faz fisicamente inválida;
Porque Deus me deu a força de vontade ;
Porque comida é igual a Crack ;
Porque eu tenho que quebrar o vicio;
Porque eu vou me odiar se eu não o fizer;
Porque eu choro toda noite com nojo de mim mesma ;
Porque eu tenho medo de subir na balança;
Porque a Gloria vai ser minha ;
Porque eu posso ser perfeita, mas eu preciso ser forte;
Por causa do ontem;
Por causa do amanha ;
Porque todo mundo pensa que eu não posso consegui-lo;
Porque ninguém me leva a serio;
Porque me fará feliz ;
Porque amanhã nunca chega ;
Porque eu vou provar que posso conseguir ;
Porque eu sempre quis isso;
Porque eu posso fazer isso!!!!!



- Postado por: Melancholyk às 14h19
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Meu cabelo tá muito feio!!!!! Tá deixando mó cabeção, pq tá crescendo!!!!!!! Ai, mas não queria cortar de novo... quer dizer, sei lá... não sei se devo... o q vcs acham??? Eu devo novamente cortar, igu>
A demora na privada, porém, tornou-se incomum. Ainda havia algo mais a ser expelido (e seria), mas o esforço empregado estava ficando demasiado intenso. Inerte, submetido a si mesmo, tomado completamente por sua fisiologia, eis que aconteceu o inesperado, o inevitável, mas nem um pouco surpreendente: subitamente seu intestino escorregou por entre suas nádegas rumo à gélida água do vaso sanitário. Nenhuma palavra, pensamento ou gesto lhe bastou. Sua figura pitoresca transbordou sobre aquele recinto. Seus olhos irradiaram o horror daquela situação. Não sabia o que fazer. A sofisticação e a nobreza se dissiparam daquela figura que lera Dostoievski e se especializara na Sorbonne. Procurou ouvir algum ruído além de suas flatulências, mas o silêncio era ensurdecedor. Provavelmente estivera apenas imaginando coisas, conjeturando possibilidades de um enredo para um futuro romance - atitudes típicas e aceitáveis a indivíduos como ele. Riu. Muito embora não lhe causasse tantos deslumbramentos isso a que chamam de realismo fantástico, a idéia lhe pareceu interessante e até passível de ganhar algum prêmio. Levantaria e arquivaria tal imagem - mas até às cinco.

Não conseguiu se levantar entretanto. Imperturbável, o intestino se via pendurado entre seu orifício e a água caramelada da latrina. Procurou se acalmar. Indagações estupefatas, embora pertinentes ao momento, não lhe seriam úteis. Olhou ao redor. A pia surda e pura recebia gotas intermitentes da torneira. O chuveiro de metal, em sua estrutura fálica, parecia zombar da analidade aborrecida deste homem. Algumas roupas sujas num cesto, e o livro ainda em sua mão se lhe mostravam indiferentes. Não era nem um pouco trágico o cenário que o envolvia - ao contrário de sua condição -, mas a fatalidade se desenhava implacável. Tripas serenamente se mantinham suspensas em sua cavidade anal. Não metafórica, mas literalmente.

Ele evidentemente não permaneceria ali por toda a eternidade. Tinha planos. Teria que se erguer e se livrar daquela incômoda saliência de uma vez por todas. Ameaçou se levantar. Largou o livro no chão, apoiou ambas as mãos nas coxas e se esforçou. Como tudo aquilo pesava! Enfim conseguiu. Entretanto não pôde evitar que do órgão escorresse um líquido viscoso de cor marrom e sujasse suas pernas. Olhou para baixo. A visão lhe causou injúrias, o peso desconforto. Se continuasse naquela posição, seria irresistível manter-se de pé. Não havia outra escolha senão usar as mãos na tentativa de lhe arrancar aquilo do corpo. Um arrepio o percorreu, seus dedos, previamente abalados, deixaram-se guiar rumo ao desgosto. O grotesco que se manifestava naquela situação era excessivamente nauseante.

De posse já de suas mãos, o intestino desenvolvia múltiplas contrações, como algo cuja vitalidade fosse independente de qualquer fonte de energia. Estranho não ter controle sobre tudo, pensou levianamente. Seja como for, não havia espaço para inquietações acerca da insignificância humana diante de suas próprias vísceras. Tudo estava bem claro, a imagem superava qualquer outra forma de linguagem e a praticidade devia fazer valer seu reino. Logo, suas mãos começaram a puxar o órgão, que resistia. Além de pesado, resistente em sua impertinente existência. Foi então que ele percebeu que a razão do peso era a substancial quantidade de fezes ainda guardada. Era intolerável. Como resultado, vomitou. O chão, já decorado por uma coloração castanha, agora se assemelhava a uma pintura surrealista. Pelo menos minhas entranhas não vão ter mais com o que se ocupar, constatou aliviado.

O telefone tocou. Não atenderia, é claro. Estava demasiado ocupado para empreender uma caminhada até a sala com um intestino entre as pernas. E, além do mais, tinha planos para as cinco horas. Não podia se atrasar. O toque porém se fazia insistente, como se o aparelho clamasse por socorro imediato, como se nada pudesse saciá-lo a não ser o ato de atendê-lo. Transtornado, não lhe restou outra escolha. A despeito dos excrementos que escorriam por suas pernas e atingiam o solo, ele percorreu alguns cômodos até alcançar o fone. Atendeu.

- Olá, professor. Consegui terminar a dissertação finalmente. Queria que o senhor a lesse. Acho que não há mais nada a acrescentar, tudo está lá. Suas últimas indicações foram perfeitas e... Professor?

Tratava-se de uma aluna que ele ora orientava no mestrado.

- Como você pode ligar numa hora tão inconveniente?! - limitou-se a pensar. Ainda calado, pôde sentir a respiração ofegante da jovem. Teria que dar uma resposta definitiva.

- Ana, eu não posso falar agora. Problemas me afligem e... bem, tenho que desligar - disse atrapalhado.

O fone foi posto de volta ao seu lugar e Ana nã

- Postado por: Melancholyk às 22h27
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Ah, eu tirei fotos lá... qdo eu revelar eu coloco aqui.

- Postado por: Melancholyk às 22h13
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Oi Genteeee!!!! Vortei!!! Depois de uma mini temporada na praia, como todo pobre que só vai 1 vez por ano pra lá, eu estou toda ardida!!!! É que choveu e, qdo finalmente saiu um solzinho eu quis aproveitar.... me ferrei!!!! Mas tudo bem, a vida é assim!!!! Agora meu rosto vai começar a descascar e eu vou ficar parecendo uma cobra trocando de pele! E olha que não falta muito, mas enfim.

Ai, amanhã voltam minhas queridas aulas que eu não queria ver nunca mais... teatro, teatro.... "de onde será que saiu esse estafermo??"... ui, que ó!!!! Mas então... só de pensar que essa semana já começaremos a discutir a próxima montagem... AAHHHHH!!!! Mas eu que quis, né??

Putz, fiquei sabendo que a Lu tá em Fortaleza!!!! Caramba!!! Vai voltar preta de lá!!! ESPERO QUE ESTEJA TUDO BEM AÍ, LU!!!!

Bom é isso... mas antes de encerrar, um recadinho pro Thiago: QUEM VC PENSA QUE É PRA ESQUECER O MEU ANIVERSÁRIO???????? Tudo bem, dessa vez passa... vc pode compensar levando um presentinho pra mim amanhã... rsrs!!!!
Enfim!!!

- Postado por: Melancholyk às 22h12
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